sábado, 8 de junho de 2013

O Solar de Vilartão. A Casa do Souto em Gavião.



Casa do Loureiro

   Meu avô, Manuel José de Azevedo, neto de Francisco José de Azevedo e Costa Meireles Nogueira Fayão de Bragança   teve  um avô muito distante, 12.º avô,  João Teixeira de Azevedo, alcaide de Vila Pouca de Aguiar nascido em 1490.



Meus Avós, Maria da Conceição  e  Manuel  José de Azevedo

    João Fernandes de Azevedo, filho de João Teixeira de Azevedo, foi o primeiro senhor da Casa do Loureiro por volta de 1550. 


Meus avós



  Meu avô nasceu em 1880 e foi senhor da Casa do Loureiro, Casa do Paço e Casa do Souto, em Gavião.


Casa do Loureiro



  Na Casa do Loureiro nasceu meu pai, Abílio de Azevedo,onde passei muito tempo quando criança.

Abílio de Azevedo


Casa do Souto


Casa do Paço



   Da Casa do Paço, construção do séc.XVI, pouco resta dessa época.
   Nesta casa e na Casa do Loureiro viveu a descendência João Fernandes de Azevedo. 



Casa do Souto


      A Casa do Souto é a  minha residência  no Minho. 


Casa do Souto

Casa do Souto



Solar de Vilartão

Solar de Vilartão residência de Trás-os-Montes. 






5 comentários:

  1. Bela casa esta do Souto. E as hortênsias combinadas com o granito?
    Que beleza!!

    Infelizmente no sul as camélias, hortênsias e azáleas não são de dão. Exigem demasiada água e no Verão amarelecem. Só no Norte e no Minho e Douro Litoral é que se dão realmente bem.

    Obrigado por partilhar as imagens destas casas tão bonitas

    Um abraço

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  2. Olá Luís

    Obrigado pelo comentário.
    Estas três casas estão relativamente próximas e numa zona rural muito arborizada,embora muito perto de um núcleo urbano.
    Gosto de aqui estar, mas Vilartão é muito mais aprazível.

    Um abraço

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  3. Com tão bonitos espécimes anteriores como falhar a reconstrução de um solar em Vilartão! Seria impossível.
    Quer a casa do Souto quer a do Loureiro, construídas em estilos bem diferentes, mas cheias de raça, parecem-me em perfeitas condições, o que é tão raro nos dias que correm.
    É um encanto constatá-lo.
    Também é necessário que corra o gosto no sangue; não refiro a capacidade económica, pois esta última há muita gente que a possui, mas só produzem, infelizmente, lixo.
    Daí se entende a beleza que vai espalhando por Trás-os-Montes!
    Um bem hajam por tornarem este país mais apetecível, já que há tão poucas coisas que o fazem nos dias que correm.
    Parabéns
    Manel

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  4. Olá Manel

    Muito obrigado pelo seu generoso comentário.

    Possivelmente terá razão: o contacto com outras casas(espécimes) da minha família fez-me aprender; os restauros de outras casas, minhas, também ajudaram (Vilartão foi o 4.º); mas acima de tudo, o que talvez tenha-me ajudado muito foi o restauro de peças antigas,antiguidades.
    Também concordo com "corra o gosto no sangue"

    É um prazer enorme para mim partilhar arquitetura, de modo que me daria um enorme contentamento recebê-lo em Vilartão.

    Um abraço

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  5. Agradeço-lhe mais uma vez o seu convite. É a grande generosidade que se encontra na forma de bem receber a que o Norte em geral sempre habituou, e vós em particular.
    Um grande bem hajam.
    Não sei quando terei essa oportunidade, mas aproveitá-la-ei seguramente quando surgir, pois sou de natureza curiosa e as obras que vai fazendo em Vilartão, e o que o Luís me referenciou, trazem-me muito curioso sobre algumas decisões e opções que tomou, e que, ainda que não as conhecendo in loco, me pareceram muito bem resolvidas.
    Careço de alguma (in) formação neste tipo de arquitetura e o que sei é algo intuitivo e proveniente de leituras. Na minha família nunca houve nenhuma casa desta qualidade e beleza.
    Mais uma vez um grande agradecimento e um abraço

    Manel

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