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| Casa do Loureiro |
Meu avô, Manuel José de Azevedo, neto de Francisco José de Azevedo e Costa Meireles Nogueira Fayão de Bragança teve um avô muito distante, 12.º avô, João Teixeira de Azevedo, alcaide de Vila Pouca de Aguiar nascido em 1490.
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| Meus Avós, Maria da Conceição e Manuel José de Azevedo |
João Fernandes de Azevedo, filho de João Teixeira de Azevedo, foi o primeiro senhor da Casa do Loureiro por volta de 1550.
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| Meus avós |
Meu avô nasceu em 1880 e foi senhor da Casa do Loureiro, Casa do Paço e Casa do Souto, em Gavião.
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| Casa do Loureiro |
Na Casa do Loureiro nasceu meu pai, Abílio de Azevedo,onde passei muito tempo quando criança.
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| Abílio de Azevedo |
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| Casa do Souto |
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| Casa do Paço |
Da Casa do Paço, construção do séc.XVI, pouco resta dessa época.
Nesta casa e na Casa do Loureiro viveu a descendência João Fernandes de Azevedo.
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| Casa do Souto |
A Casa do Souto é a minha residência no Minho.
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| Casa do Souto |
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| Casa do Souto |
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| Solar de Vilartão |
Solar de Vilartão residência de Trás-os-Montes.
Bela casa esta do Souto. E as hortênsias combinadas com o granito?
ResponderEliminarQue beleza!!
Infelizmente no sul as camélias, hortênsias e azáleas não são de dão. Exigem demasiada água e no Verão amarelecem. Só no Norte e no Minho e Douro Litoral é que se dão realmente bem.
Obrigado por partilhar as imagens destas casas tão bonitas
Um abraço
Olá Luís
ResponderEliminarObrigado pelo comentário.
Estas três casas estão relativamente próximas e numa zona rural muito arborizada,embora muito perto de um núcleo urbano.
Gosto de aqui estar, mas Vilartão é muito mais aprazível.
Um abraço
Com tão bonitos espécimes anteriores como falhar a reconstrução de um solar em Vilartão! Seria impossível.
ResponderEliminarQuer a casa do Souto quer a do Loureiro, construídas em estilos bem diferentes, mas cheias de raça, parecem-me em perfeitas condições, o que é tão raro nos dias que correm.
É um encanto constatá-lo.
Também é necessário que corra o gosto no sangue; não refiro a capacidade económica, pois esta última há muita gente que a possui, mas só produzem, infelizmente, lixo.
Daí se entende a beleza que vai espalhando por Trás-os-Montes!
Um bem hajam por tornarem este país mais apetecível, já que há tão poucas coisas que o fazem nos dias que correm.
Parabéns
Manel
Olá Manel
ResponderEliminarMuito obrigado pelo seu generoso comentário.
Possivelmente terá razão: o contacto com outras casas(espécimes) da minha família fez-me aprender; os restauros de outras casas, minhas, também ajudaram (Vilartão foi o 4.º); mas acima de tudo, o que talvez tenha-me ajudado muito foi o restauro de peças antigas,antiguidades.
Também concordo com "corra o gosto no sangue"
É um prazer enorme para mim partilhar arquitetura, de modo que me daria um enorme contentamento recebê-lo em Vilartão.
Um abraço
Agradeço-lhe mais uma vez o seu convite. É a grande generosidade que se encontra na forma de bem receber a que o Norte em geral sempre habituou, e vós em particular.
ResponderEliminarUm grande bem hajam.
Não sei quando terei essa oportunidade, mas aproveitá-la-ei seguramente quando surgir, pois sou de natureza curiosa e as obras que vai fazendo em Vilartão, e o que o Luís me referenciou, trazem-me muito curioso sobre algumas decisões e opções que tomou, e que, ainda que não as conhecendo in loco, me pareceram muito bem resolvidas.
Careço de alguma (in) formação neste tipo de arquitetura e o que sei é algo intuitivo e proveniente de leituras. Na minha família nunca houve nenhuma casa desta qualidade e beleza.
Mais uma vez um grande agradecimento e um abraço
Manel