terça-feira, 23 de agosto de 2011

As ruínas do Solar de Vilartão.

 
   Ruínas do Solar dos Morgados de Vilartão.


  As ruínas tem algo de especial e de um modo geral não deixa ninguém indiferente. 
  Para mim têm algo de apelativo e sedutor, mas acima de tudo, não me deixa de braços caídos, sempre que tenha oportunidade de actuar.
  Contudo o sentimento que fica em mim, depois que desaparecem as ruínas é a  nostalgia.

  Algumas imagens do que foram as ruínas do solar.




  
  































A Povoação de São Jumil

São Jumil.


   Por trás da Esculca, elevação de terreno com cerca de 800 metros de altitude, encontrava-se uma povoação São Jumil. 
   Lembram os tempos antigos, e recordam  que quando sobre a Esculca aparecia uma névoa, contavam que era o forno do morgado de Vilartão que estava a cozer pão para os pobres. 
  Algumas imagens de São Jumil.






  Ao longe avistam-se curiosas construções encostadas ao monte: adegas onde se fazia e faz o bom vinho de São Jumil.



sábado, 20 de agosto de 2011

A Igreja de Vilartão

  A Igreja de Vilartão

  Em Vilartão existe uma igreja muito bonita.
  Imagens da mesma:





  



















quarta-feira, 10 de agosto de 2011

As consultas do Dr. Armando, de Vilartão. Vale de Armeiro.

    
  Vale de Armeiro


  Povoação de Vale de Armeiro, na margem esquerda do rio Rabaçal. 
  Uma bonita povoação a merecer uma visita, aqui deixo uma imagem convidativa.



Outras imagens:






sábado, 6 de agosto de 2011

A reforma do Solar de Vilartão.

  A reforma do Solar de Vilartão. As obras no Pátio das Cavalariças.


  Nas obras não houve alteração ao plano original do edifício ou espaço envolvente. 
  Em todo o caso  muito respeito ao que foi legado por épocas anteriores e o menos interventivo, invasivo, possível. 


  Algumas imagens das obras do Pátio das Cavalariças.


























sábado, 30 de julho de 2011

O patrono dos Morgados de Vilartão. São Lourenço

     A câmara-mor 


     Durante as obras do solar foi encontrado um armário em pedra, numa parede da câmara-mor. 


      Eram dois armários colocados um de cada lado da porta. Restava só um, o outro encontrava-se destruído desde as obras do solar em tempos idos.
      Estava o armário com as duas prateleiras  atulhadas de pedras e coberta a parede por caliça.
      Aquando do esvaziamento, no meio das pedras, estava deitado e escondido um Santo, São Lourenço.

   
Casa do Souto. Gavião. Famalicão

   Mas este apresentava uma particularidade, tinha a fronte bastante polida. 


    Ao longo de séculos por oscilação nas pedras a fronte ficou polida. Ou talvez não, a culpa não foram das pedras, afinal ele era o patrono dos Morgados.
   Quando perfez alguns séculos resolveu revelar-se. A partir daí tenho-o tido  sempre junto de mim.

        Igreja de Vilartão


      Patrono de Vilartão - São Lourenço


 

"São Lourenço, mártir

São Lourenço sofreu o martírio durante a perseguição de Valeriano, em 258. Era o primeiro dos sete diáconos da Igreja romana. A sua função era muito importante o que fazia com que, depois do Papa, fosse o primeiro responsável pelas coisas da Igreja. Como diácono, São Lourenço tinha o encargo de assistir o papa nas celebrações; administrava os bens da Igreja, dirigia a construção dos cemitérios, olhava pelos necessitados, pelos órfãos e viúvas. Foi executado quatro dias depois da morte de Sisto II e de seus companheiros.

O seu culto remonta ao século IV.

Preso, foi intimado a comparecer diante do prefeito Cornelius Saecularis, a fim de prestar contas dos bens e das riquezas que a Igreja possuía. Pediu, então, um prazo para fazê-lo, dizendo que tudo entregaria. Confessou que a Igreja era muito rica e que a sua riqueza ultrapassava a do imperador. Foram-lhe concedidos três dias. São Lourenço reuniu os cegos, os coxos, os aleijados, toda sorte de enfermos, crianças e velhos. Anotou-lhes os nomes ... Indignado, o governador concedeu-o a um suplício especialmente cruel: amarrado sobre uma grelha, foi assado vivo e lentamente. No meio dos tormentos mais atrozes, ele conservou o seu "bom humor cristão". Dizia ao carrasco: "Vira-me, que deste lado já está bem assado ... Agora está bom, está bem assado. Podes comer!..."

Roma cristã venera o hispano Lourenço com a mesma veneração e respeito com que honra os primeiros apóstolos. Depois de São Pedro e São Paulo, a festa de São Lourenço foi a maior da antiga liturgia romana. O que foi Santo Estêvão em Jerusalém, foi São Lourenço em Roma." *